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Metodologia · versão 2 · Em revisão técnica

Economia na conta e retorno do investimento em energia solar fotovoltaica

Economia ano a ano pela compensação de energia, com a cobrança do Fio B da Lei 14.300 até 2028 e um cenário declarado a partir de 2029; retorno simples sobre o valor do sistema informado pelo usuário, com a variação da geração separada do cenário de autoconsumo.

  1. A Estimativa educacional
  2. B Pré-dimensionamento
  3. C Projeto profissional (fora do escopo do portal)

Esta ferramenta: Pré-dimensionamento. Uma primeira conta do seu caso, com os dados do seu município e as premissas mostradas abaixo, para conversar com um profissional.

Não é projeto. Não considera sombra, estrutura, instalação elétrica ou hidráulica, nem a aprovação da distribuidora. Só um projeto de profissional habilitado define o sistema. O nível C, projeto profissional, só um profissional habilitado faz.

Usada em: Economia e retorno.

O que mudou na versão 2

Como calcula

Até 2028 a parcela do Fio B segue a escada da Lei 14.300 (60% em 2026, 75% em 2027 e 90% em 2028), aplicada ao valor da TUSD Fio B homologado pela ANEEL para a distribuidora. A regra a partir de 2029 (art. 17) ainda não foi regulamentada; a ANEEL abriu consulta pública sobre o modelo pós-transição em dezembro de 2025 e nenhuma norma final foi localizada na conferência de 09/10/2026. O cálculo mostra um cenário com 100% do Fio B, que é só um cenário, não uma previsão regulatória. Quem protocolou o acesso entre 08/01 e 07/07/2023 segue a escada até 2030 e cai na regra definitiva em 2031; quem já tinha GD em 07/01/2022 ou protocolou até 07/01/2023 mantém a regra anterior (sem Fio B sobre a energia compensada) até 31/12/2045. A tarifa é a homologada pela ANEEL, sem tributos e bandeiras (a economia real tende a ser maior), ou a tarifa efetiva da conta, se o usuário informar. A parte da geração consumida no mesmo instante é informada pelo usuário ou vale 0% (o caso mais conservador, declarado); o efeito de ir a 100% é mostrado separadamente, porque é um cenário de decisão, não uma incerteza de medição.

  1. Energia aproveitável no ano = menor valor entre a geração do ano e o consumo acima da parcela equivalente ao custo de disponibilidade (piso de fatura que a compensação não reduz)
  2. Energia consumida na hora da geração (autoconsumo): economiza a tarifa cheia (TE + TUSD)
  3. Energia injetada e compensada: economiza a tarifa cheia menos a parcela do Fio B do ano (Lei 14.300, art. 27)
  4. Geração do ano i = geração do primeiro ano × (1 − degradação)^(i − 1); o primeiro ano não tem degradação
  5. Faixa de economia: geração mínima, central e máxima com o MESMO autoconsumo (informado, ou 0% declarado)
  6. Sensibilidade ao autoconsumo: economia do primeiro ano com 0% e com 100%, à geração central
  7. Retorno simples = primeiro ano em que a economia acumulada alcança o valor do sistema; se não alcança em 30 anos, "não alcançado"

Parâmetros e fontes

ParâmetroValorFonte
Perda anual de rendimento dos módulos0,005 fração/anoPhotovoltaic Degradation Rates — An Analytical Review (Jordan e Kurtz, 2012) — NREL (via OSTI/DOE)Referência estrangeira (EUA), usada por falta de referência brasileira adequada — não é norma brasileiraRevisão de quase 2.000 taxas de degradação medidas em campo ao longo de 40 anos: mediana de 0,5% ao ano (resumo do artigo). Aplicada a partir do segundo ano.Consultada em 07/10/2026.

Dados de que depende

Cada resultado mostra, junto, a fonte e a data de referência de cada dado: o conjunto e o período do clima, a vigência da tarifa e a data em que cada regra foi conferida na fonte.

Limitações

Versões anteriores

Resultados calculados com uma versão anterior continuam explicáveis: as fórmulas e os parâmetros daquela versão ficam aqui, sem alteração.

Versão 1 · Substituída

Até 2028 a parcela do Fio B segue a escada da Lei 14.300 (60% em 2026, 75% em 2027 e 90% em 2028), aplicada ao valor da TUSD Fio B homologado pela ANEEL para a distribuidora. A regra a partir de 2029 ainda não foi regulamentada: o cálculo mostra um cenário com 100% do Fio B, que é só um cenário, não uma previsão regulatória. A tarifa é a homologada pela ANEEL, sem tributos e bandeiras (a economia real tende a ser maior), ou a tarifa efetiva da conta, se o usuário informar. A parte da geração consumida no mesmo instante não é conhecida: a faixa vai de toda a geração compensada (menor economia) a toda consumida na hora (maior economia).

  1. Energia aproveitada no ano = menor valor entre a geração do ano e o consumo acima do custo de disponibilidade
  2. Energia consumida na hora da geração: economiza a tarifa cheia (TE + TUSD)
  3. Energia injetada e compensada: economiza a tarifa cheia menos a parcela do Fio B do ano (Lei 14.300, art. 27)
  4. Geração do ano = geração do primeiro ano × (1 − degradação) ^ (anos de uso)
  5. Retorno simples = primeiro ano em que a economia acumulada alcança o valor do sistema
  • Perda anual de rendimento dos módulos: 0,005 fração/ano — Photovoltaic Degradation Rates — An Analytical Review (Jordan e Kurtz, 2012)